Depois de uma vida inteira em abrigos, rapaz com 26 anos é adotado e convive com a nova família em Florianópolis

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Sentado no chão do quarto, Josué, 26 anos, monta um quebra-cabeça. A embalagem com o mosaico de um caminhão indica o brinquedo para crianças. Em pé e perto da porta, Maria de Lourdes Apolinário, a Lurdinha, 51 anos, desafia a lógica do senso comum.
Encaixa a história de Josué, que tem diagnóstico clínico de síndrome de Down e rendimento de Deficiência Mental Moderada, à sua vida. Essa alteração genética não impediu que ela entrasse com pedido judicial para adotá-lo. Agora, ela é a mãe dele.
O jovem Josué passou a vida toda em abrigos. Por duas vezes conviveu com famílias interessadas em tê-lo como filho. Mas provavelmente identificado como um "bebê down" foi devolvido.
O caso dessa adoção tardia, que se opõe às preferências da maioria dos interessados por adoção que aguardam por crianças pequenas e saudáveis, está sendo considerado inédito em Santa Catarina.
Existem casos de adoção de adultos. Porém, quase sempre de pessoas que convivem há mais tempo juntas. Do pedido à obtenção da guarda provisória, na Vara da Infância e Juventude, são apenas 10 meses.

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