Dica de leitura

http://www.submarino.com.br/produto/112519034/livro-adocao-tardia-devolucao-ou-desistencia-de-um-filho-a-necessaria-preparacao-para-adocao 
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Assalto une irmãos separados por adoção há 40 anos


Um assalto ocorrido em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi a causa do reencontro entre dois irmãos que foram dados à adoção há 40 anos. A vítima foi Ana Paula Ferreira, a pessoa que o irmão, o vigilante Sério Luiz Ferreira, pediu que a Polícia Civil encontrasse o paradeiro.
Ferreira procurou a Delegacia de Desaparecidos, em fevereiro deste ano. Ele descobriu que tinha duas irmãs e uma delas não quis reestabelecer contato. Já Ana Paula foi descoberta pelos dados que apareceram ao registrar um boletim de ocorrência do roubo que foi vítima. 
Segundo uma investigadora da Polícia Civil, os dados da irmã apontavam para a mesma mãe do vigilante. E dali, foi um passo para marcar o encontro. Para Ferreira, o reencontro só vai trazer alegrias e união daqui para frente. 
— Você tem que procurar sua família biológica. Tem que saber sobre as pessoas que são do seu sangue. Estou muito feliz. Eu quero demais ter essa convivência familiar.
Na sala ao lado da delegacia, Ana Paula, acompanhada do marido e dos dois filhos, conta que já sabia da existência dos dois irmãos. Ela conta que também foi dada para adoção e passou por muitas famílias. Até que as 14 anos conseguiu um emprego, procurou a mãe e começaram a viver juntas. O encontro com irmão significou muito para Ana Paula já que foi o último desejo da mãe, que morreu há 18 anos.
—Na última festinha que fizemos, ela disse que queria procurar pelo Sérgio e a Ana Cláudia [a outra irmã].
Fonte:  www.r7.com

Ao completar 18, menina se despede de abrigo voltando para agradecer juíza


Ilkelly completou 18 anos e de presente, ganhou uma festa de aniversário surpresa. A chegada da maioridade trouxe a ela a despedida do lugar que aprendeu a chamar de lar. Os últimos anos de vida foram ali, dentro de uma das instituições de acolhimento da cidade, a Segunda Casa. De família desestruturada, pai alcoólatra e mãe assassinada quando ela só tinha 6 anos de idade, Kelly sorri para a vida, agradece a quem lhe estendeu a mão em palavras de amor. 
De Dois Irmãos do Buriti, cidade distante 83 quilômetros da Capital, a trajetória de Ilkelly Gomes de Souza incluiu três fugas, até perceber que os diretores do abrigo seriam a melhor família. 
"Minha mãe morreu cedo. E o fato do meu pai ser alcoólatra, ele não ligava para a gente. Fui morar com meus tios e ficava de casa em casa e em lugares que achava que poderiam cuidar de mim, mas eu era maltratada, as pessoas aproveitavam da minha boa vontade e eu aguentava, porque precisava de um lugar, um teto para morar", descreve. 
Nas idas de casa em casa, na cidade natal, ouvia do pai que um dia iria parar no abrigo, que "ela ia ver", como se a instituição fosse castigo. Kelly é a mais nova das meninas, de um total de 11 filhos.
Quando chegou à "casa de passagem", denominada assim porque abriga temporariamente as crianças e adolescentes retirados das famílias, fugiu no mesmo dia. A pegaram, ela fugiu de novo e foi encontrada. Dessa vez, foram dias passando fome e frio nas ruas.
"Quando eu voltei, falei que queria mudar, queria uma nova história para a minha vida e a doutora Katy falou que ia me mandar para o abrigo. Fiquei esperando como ia ser lá e ela (a juíza) disse que eles iam me amar, cuidar de mim", recorda a ainda menina, Kelly - à época com 14 anos. A juíza em questão é a titular da Vara da Infância e Juventude, Katy Braun.
Os anos dividindo casa, quarto e comida entre crianças com outras tantas histórias iguais as de Kelly, lhe renderam um novo significado para família. "Eles me amaram, me ensinaram, fizeram papel de pai e mãe mesmo. Tudo o que uma família faz por uma criança, uma adolescente que precisa de estrutura, de lugar fixo. Durante esses quatro anos, foram momentos maravilhosos", descreve.
As maravilhas incluem até as correções, que Kelly admite o quão foram necessárias para que ela encontrasse um caminho. "Tive os sonhos restaurados. Sonhos, sabe? Hoje eu tenho sonho, sou amada, pessoas que me amam de verdade. Como eu vim de uma família desestruturada, eu pensava que nunca ia ter uma, porque ia ser igual, ia acontecer novamente. Mas aqui foi diferente", diz. O exemplo que lhe faltou em casa, ela achou no abrigo. Usava como exemplo os funcionários, se espelhava neles.
"Hoje tenho sonhos de me casar, de construir minha família, de ser a mãe que eu não tive, de ver meu marido ser o pai que eu não tive". Kelly já tem um "candidato", um namorado tão lindo quanto ela, que carrega sensibilidade no olhar.
Desde que chegou ao abrigo, a jovem sabia que quando completasse 18 anos, se mudaria. Só não imaginaria que teria um suporte e uma segurança para quando chegasse a hora. "Eu ficava pensando, mas eu vou embora sozinha? Sem ninguém. Agora não, eu sei que a gente criou um vínculo. Uma família mesmo, que sempre vai estar me apoiando. Hoje, o pensamento é diferente". As palavras saem de frente para a "tia", Zuleica Marques, coordenadora da instituição de acolhimento Segunda Casa, que foi quem ensinou que abrigo não é lugar e sim pessoas.
Zuleica tem amor no falar, nos gestos e no carinho para com Kelly. A tem como filha e a reciprocidade confirma o afeto. "A gente começa a preparar o desacolhimento dos 15 anos em diante, para aquelas moças que sabem que não vão poder retornar para a casa. Nós não vamos abrir o portão, pronto, fez 18 e desacolher. Não, elas não estão sozinhas", afirma a coordenadora.
Neste meio tempo  a jovem fez curso  de cabeleireira, continua os estudos e também trabalha. Uma nova moradia está sendo providenciada, deve ser dividida junto de outra adolescente do abrigo, que completa 18 em janeiro.
"Eu vou continuar em Campo Grande, viver a vida aqui. Minha família? Quando eu tiver oportunidade, eu verei. Mas não vou guardar ressentimento. Liberei perdão na vida deles, quero que estejam bem. O abrigo foi um lugar onde as pessoas me amaram de verdade, onde eu, que nunca tive amor e afeto de pai e mãe, tive. Eu vejo como uma casa, uma família", resume.
Na última sexta-feira, Ilkelly foi até a juíza, a mesma que a direcionou para o abrigo, agradecer. Parte da gratidão incluiu até o convite para que ela aceite ser madrinha do casamento, sonho que um dia a jovem vai realizar. Para a "tia" do abrigo, Zuleica e os demais coordenadores, Aluízio e Silvano, a demonstração vem na declaração. "Vou honrar a vida deles. Reconheço, nos mínimos detalhes, tudo o que eles fizeram para mim".
Ilkelly quer ser advogada. Quem sabe será juíza, para dar a outra menina o mesmo olhar lançado à ela.
Fonte: www.campograndenews.com.br

Depois de uma vida inteira em abrigos, rapaz com 26 anos é adotado e convive com a nova família em Florianópolis

http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2014/08/depois-de-uma-vida-inteira-em-abrigos-rapaz-com-26-anos-e-adotado-e-convive-com-a-nova-familia-em-florianopolis-4576406.html

Sentado no chão do quarto, Josué, 26 anos, monta um quebra-cabeça. A embalagem com o mosaico de um caminhão indica o brinquedo para crianças. Em pé e perto da porta, Maria de Lourdes Apolinário, a Lurdinha, 51 anos, desafia a lógica do senso comum.
Encaixa a história de Josué, que tem diagnóstico clínico de síndrome de Down e rendimento de Deficiência Mental Moderada, à sua vida. Essa alteração genética não impediu que ela entrasse com pedido judicial para adotá-lo. Agora, ela é a mãe dele.
O jovem Josué passou a vida toda em abrigos. Por duas vezes conviveu com famílias interessadas em tê-lo como filho. Mas provavelmente identificado como um "bebê down" foi devolvido.
O caso dessa adoção tardia, que se opõe às preferências da maioria dos interessados por adoção que aguardam por crianças pequenas e saudáveis, está sendo considerado inédito em Santa Catarina.
Existem casos de adoção de adultos. Porém, quase sempre de pessoas que convivem há mais tempo juntas. Do pedido à obtenção da guarda provisória, na Vara da Infância e Juventude, são apenas 10 meses.

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Quando é hora de contar sobre a adoção para o filho

http://disneybabble.uol.com.br/br/comportamento/quando-e-hora-de-contar-sobre-adocao-para-o-filho
Dizer a uma pessoa que você escolheu amá-la é a maior razão para não temer essa revelação e, por isso, não deve ser adiada.

Por mais que pareça simples, para muitas famílias não é fácil falar abertamente sobre a história de um filho adotivo, principalmente quando é hora de contar a verdade para ele. O peito dos pais aperta por mil motivos: o medo da rejeição, a angústia de não querer que o filho sofra, além da dúvida em saber qual a melhor forma e o momento ideal de se dar a notícia.

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Doações Rio 2016: Um Legado dos Jogos

Para a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 (“Jogos”) o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 (“Rio 2016”) adquiriu milhares de itens, de materiais de escritório até móveis, equipamentos de informática e de esporte. Preocupado com o ciclo de vida desses itens e buscando potencializar o legado dos Jogos, o Rio 2016 lança o Portal de Doações, plataforma online onde serão divulgados aqueles produtos e materiais utilizados durante os Jogos e que serão disponibilizados para doação. 

Para determinar as entidades aptas a receber as doações, o Rio 2016 obedeceu ao determinado em três normas: na Lei Federal nº 12.780/2013 que dispõe sobre medidas tributárias referentes à realização dos Jogos, na Lei n. 6.423/2013, do Estado do Rio de Janeiro, que trata de imposto de transmissões e doações e no Convênio ICMS n. 133/08, que autoriza os Estados a conceder isenções de imposto sobre circulação de mercadorias e serviços.

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https://portaldesuprimentos.rio2016.com/portal-de-doacoes-rio2016/